HAPPY CANADA DAY

O tempo passa muito rápido. Essa semana vai fazer um ano que estava em Vancouver, perdida, indo para o Stanley Park, comemorar o Canada Day e o aniversário de Vancouver.  Na época, não sabia direito dessas festividades, agora elas já fazem parte do meu calendário. Gostaria muito está lá de novo, comemorando, celebrando e descobrindo as maravilhas de cada lugar. Experiência que eu nunca irei esquecer.

Virei uma defensora de Vancouver. Indico para todas as pessoas que desejam conhecer o Canadá. O que me resta são as saudades, que são muitas. 

Tão linda essa foto !!! 

New York

 

De malas prontas. Não acredito que estou indo para New York.  Vou alí dá um beijo na estátua da liberdade, ficar encantada com as propagandas da Time Square, gastar rios de dinheiro nas ruas, comprar bolsa falsificada em Chinatown, andar no Central Park e chorar lembrando de todos os meus filmes favoritos. 

 

De tudo um pouco…

Podemos encontrar de tudo em Vancouver. Isso, não é novidade para ninguém. Das pessoas com cabelo verde, a agente de viagens da escola com cabelo rosa, do estilo surfista, aos jogadores de rockey, as meninas semi-nuas, aos homeless, entre tantos outros que circulam todos os dias pela cidade. Eu e minhas amigas fomos passar o dia no Queen Elizabeth Park, quando vimos essa belezura. Já achei estranho essa bolsa em formato de caixão, mas quem sabe era tendência (Oi?). Mas, depois vi essa calcinha linda. 

Hora do Bye Bye

Nunca lidei bem com despedidas. Para mim é muito difícil afastar-se das pessoas, principalmente daquelas que a gente gosta. No intercâmbio, fazemos amigos, os tornamos íntimos a cada segundo.  Tudo é tão intenso, que não é fácil separar ou dizer adeus.

Nos últimos meses, vários amigos voltaram para seus países e me deixaram com um coração pequeno, cheios de saudades e com muitas lembranças de momentos bons. As minhas duas fofurinhas da Espanha e da Suiça, Silvia e Sandrine, foram embora. Nunca vou esquecer-me das noites engraçadas cantando no karaokê, das danças indianas. Tantas coisas que fizeram o primeiro mês passar mais rápido e diminuir a saudade de casa.

Outra pessoa maravilhosa foi a Flávia, que me ajudou muito a melhorar meu inglês. Também, não posso esquecer das risadas da Alê, da Espanha, e do carinho da Claudine, da Suiça. Nossa! Como elas fazem falta.

Esse segundo mês em Vancouver, sem dúvida, foi o mês mais feliz. Novos estudantes, novos amigos, feriado em Vancouver. Tudo ajudou.  Lud (Francês), Valéria (Brasil) mais a Jana (Brasil). Juntos como peças de um quebra-cabeça.  Cada programação, momento de alegria tornaram-se a nossa amizade muito especial. Isso diminuiu a saudade de casa.

O triste dessa relação intensa é a hora de dizer adeus. Na verdade, não sabemos se vamos ver essas pessoas novamente. A probabilidade está mais para o não do que o sim. As minhas amadas brasileirinhas, espero encontrar com elas logo no Brasil.

Para mim, o segredo desse jogo de emoções é fazer amizades intensamente, curtir cada minuto, não ficar em casa, sair para conhecer novas culturas e pessoas. Vou guardar para sempre cada minuto de felicidade e de sufoco com todos os meus amigos aqui.

Dormir? A gente deixa para dormir no Brasil.